Arca russa autossustentável e resistente a catástrofes

Autossustentável, resistente a catástrofes e com um design bem bacana – o que você precisa mais para se sentir seguro até o último dia? Bom, não precisamos ser tão trágicos e o consideremos como um bom destino de visita e experimento para casas anfíbias ou puramente aquáticas.

A Arca – ou Ark, em seu nome original – é um projeto russo concebido pelos arquitetos da Remistudio, em parceria com a UIA Work Programme (União Internacional de Arquitetos – Programa Arquitetura de Auxílio contra Desastres).

A Arca é projetada para resistir a maremotos, terremotos e furacões, entre outros. Como o intuito principal da construção é ser uma alternativa a catástrofes, ela conta com um “bioma” próprio, criado para ajudar na sobrevivência dos seus passageiros/moradores durante um período extremo.

Estruturado em forma de concha, com arcos e cabos, para que seja melhor distribuído o peso e gerar a resistência a terremotos. Tetos e paredes externas são transparentes para que a luz seja filtrada através das salas internas, reduzindo assim a necessidade de iluminação. No lugar de vidro, que é quebradiço demais, foi utilizado uma película especial de Etil tetrafluotileno (ETFE) que é resistente, transparente, reciclável, leve, econômica e tem maior durabilidade que o vidro. Além do mais, ela é autolimpante, um atributo importante para manter a iluminação da arca quando talvez não se possa sair dela.

A energia elétrica tem diversas fontes de captação distribuídas pelos arredores da arca num sistema que se confunde com o sistema de arejamento da embarcação.

Na cúpula da estrutura está instalada um sistema de captação da energia eólica, por onde também é captado o ar fresco que é distribuído ou balanceado dependendo da estação do ano. O ar que adentra a embarcação passa por um duto que, juntamente com a energia térmica da água, geram outra fonte de energia para a autossustentação da arca: a energia térmica. Ainda existe a captação de energia solar por painéis solares ao redor da construção.

A estufa com vegetação torna a qualidade do ar um pouco melhor na arca, enquanto um sistema de coleta de água pluvial cuida do abastecimento de água.

O funcionamento da Arca no Inverno

O funcionamento da Arca no Inverno

 

Fonte e Imagens: Terra

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Sustentável ao máximo

Começa em novembro de 2010 a construção do edifício mais sustentável do mundo, o Wuhan New Energy Center. Os desenvolvedores do projeto foram escolhidos através de uma competição internacional de design, cujos vencedores foram os arquitetos das empresas GrontmijSoeters Van Eldonk. Agora, terão o desafio de desenvolvê-lo.

A construção central terá a forma de um copo-de-leite e 140 m de altura. Os prédios que o circundam são os laboratórios e terão a forma de folhas. Este belo e sustentável complexo vai abrigar um instituto de pesquisa de novas fontes de energia renovável. Ou seja, ele será, do projeto arquitetônico à destinação de uso, 100% sustentável.

O conceito sustentável é levado ao máximo à sério. Exemplar, o Wuhan New Energy Center terá emissão nula de carbono e consumo zero da energia elétrica da cidade, pois será completamente auto-eficiente na questão energética. Isso porque terá o telhado coberto de painéis solares e o pistilo no topo do prédio será constituído de geradores eólicos.

Toda sua estrutura é pensada tendo em vista a economia no consumo e eficiência na captação. Outras preocupações dos arquitetos foram a ventilação, temperatura e a captação de água do edifício. Para a água, a solução foi coletar e filtrar a água das chuvas, que depois será usada para consumo interno.

As bordas do edifício foram projetadas para auxiliar no equilíbrio térmico interno, reduzindo assim o consumo de energia por ventiladores, aquecedores ou condicionadores de ar. Além disso, ela tem a função na ventilação natural do ambiente, pois sua chaminé central foi desenvolvida para maximizar a ventilação.

Fonte das imagens: Guilky

Wuhan New Energy Center

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Produza eletricidade em seu próprio quintal

Go Nature

Um novo conceito de geração eólica de pequeno porte começa a ganhar espaço no Brasil. As microeólicas consistem na geração de energia renovável a partir do vento para residências, pequenos negócios, barcos, sistemas de comunicação, entre outras aplicações.

Tratam-se de pequenas turbinas eólicas  que podem ser instaladas no quintal de casa. Elas capturam o vento e transformam esta energia em eletricidade.

As microeólicas da empresa norte-americana Southwest WindPower, líder mundial no segmento, é um dos exemplos. “Elas permitem qualquer pessoa tornar-se um gerador independente de energia, aproveitando um dos recursos naturais mais abundantes no nosso planeta, gerando energia limpa, de graça e inesgotável”, afirma Eduardo Konze, proprietário da empresa GO NATURE – Energia Pura, representante da empresa norte-americana no Brasil.

O modelo “Skystream 3.7″, de 1,9 kW, incluído entre as melhores invenções da revista norte-americana TIME, fornece até 90% de energia necessária em uma casa ou pequeno negócio e, o AIR BREEZE é a turbina eólica mais fabricada na história, com mais de 100.000 unidades produzidas e vendidas em 120 países.

As microeólicas podem ser instaladas em qualquer região, desde que tenha boas condições de vento e local adequado.

Para quem não tem estas condições, ainda pode aproveitar a força do sol, produzindo eletricidade através de painés solares fotovoltaicos, que convertem a energia do sol em energia elétrica.

Maiores informações e detalhes de como produzir eletricidade em seu próprio quintal no site: www.gonature.com.br

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